Constrange-me perceber que uma grande parte das pessoas
continue a entender a política como uma espécie de atividade clubista em que jogadores
e treinadores são quem decide a sorte do jogo e os únicos responsáveis pelos
resultados.
Percebo que algumas pessoas tenham interesses nos clubes:
Talvez colaborem num dos seus departamentos, talvez façam parte duma qualquer
claque, talvez tenho sido antigos atletas. Mas esses são seguramente uma ínfima
minoria e provavelmente não se terão apercebido ainda que um dia chegará em que
também o seu clube descerá de divisão.
Mas… e a grande maioria? Ainda não percebeu nada?
Enquanto durar esta “peste emocional” – esta cultura da
depressão – pouco mais posso fazer do que observar e esperar…
Vou ficando por aí.
Daniel D. Dias
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