No verão o universo aquático – o paralelo e intrigante
mundo dos peixes – é mais subversivo. Quer mergulhemos nas águas ou nas
cervejarias, os bichos aquáticos atrairão sempre o nosso interesse, e, há
sempre o risco, de se passar de predador a isco e de sermos engolidos por umas
dessa bocas gigantes que escondem em lugares inesperados ou recônditos.
Fica então o conselho: antes de te entregares
a um pescado observa primeiro se o fazes na qualidade de isco ou de predador. De
cabeça fresca, observa o habitat do bicho e o estado das águas. Sonda, engoda,
lê os menus com atenção. Depois decide. E, se for caso disso, mergulha. Mas tem
sempre uma bóia debaixo de olho.
Daniel D. Dias
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